Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens

terça-feira, dezembro 11, 2012

Ruminações Sobre as Opções de Ebbok no Brasil

Recentemente Apple, Livraria Cultura, Amazon e Google se movimentaram no mercado brasileiro de eBooks. Neste post vou comentar alguns aspectos destas ofertas. Já aviso que minha experiência pessoal é restrita ao Kindle e as informações que encontrei até agora são bem incompletas. Quem tiver mais conhecimento sobre o assunto sinta-se livre a compartilhá-lo nos comentários

quarta-feira, maio 18, 2011

Google Code Jam 2011: QR_D - GoroSort

O problema final da rodada da qualificação foi o mais difícil. Além disso, veio recheado de malvadezas, da descrição cheia de detalhes desnecessários ("Goro has 4 arms." - e daí?) a uma saída com seis casas decimais ("Answers with an absolute or relative error of at most 10-6 will be considered correct") para uma resultado que é sempre inteiro.

quarta-feira, maio 11, 2011

Google Code Jam 2011: QR_C - Candy Splitting

No terceiro problema da rodada de qualificação a coisa esquenta. Parece ser um problema de maximização que requer uma solução a base de programação dinâmica - mas será isto mesmo?

Quando eu finalmente enxerguei a solução soltei um palavrão em voz alta...

Google Code Jam 2011: QR_B - Magicka

O segundo problema da rodada de qualificação foi um pouco mais difícil que o primeiro, principalmente se você tentar fazer uma solução mais sofisticada e cometer erros primários (o meu caso).

terça-feira, maio 10, 2011

Google Code Jam 2011: QR_A - Bot Trust

O primeiro problema da rodada de qualificação não foi difícil, para resolvê-lo bastou fazer uma simulação seguindo a descrição do problema.

segunda-feira, maio 09, 2011

Google Code Jam 2011: Qualification Round

Na sexta/sábado passado tivemos a rodada de qualificação do Code Jam 2011. Para quem não conhece esta competição e o seu formato, sugiro ver os meus posts anteriores.

Esta rodada foi um pouco diferente para mim. Eu não estava muito motivado, pensei até em não participar; acabei entrando no site somente no final da manhã de sábado. Ao contrário dos anos anteriores, foram quatro problemas. Uma primeira olhada rápida indicaram que os dois primeiros eram relativamente simples, o terceiro complicado e o quarto muito complicado.

segunda-feira, abril 11, 2011

Google Code Jam 2011: Inscrições abertas

As inscrições para o Google Code Jam de 2011 já estão com as inscrições abertas no site oficial. Se você não sabe do que estou falando, veja a minha cobertura dos anos anteriores.

As incrições vão até 7 de maio, ao témino da rodada de qualificação iniciada no dia anterior (com duração de 24 horas). Em seguida teremos três rodadas eliminatórias on-line, culminando com a final presencial no Japão. Além da fama, os 1000 melhores colocados na rodada 2 receberão uma camiseta e os 25 participantes da final ganharão prêmios em dinheiro variando de US$10.000 a US$100.

sexta-feira, março 04, 2011

Ruminações sobre o Malware "Android Dream"

Uma das diferenças entre o Android e o iOS é a política quanto à distribuição de aplicações. Enquanto a Apple é totalmente controladora, exigindo o uso da sua loja de aplicativos e impondo um processo de aprovação, a Google permite a carga de aplicações de diferentes fontes e possui requisitos mínimos para a publicação de aplicações na sua loja.

Eu certamente prefiro o modelo Android, prefiro eu decidir o que rodar no meu aparelho e quero poder fazer aplicações para mim e que possam ser compartilhadas com outros sem precisar da benção de terceiros. Mas é claro que com poder vem a responsabilidade.

Um dos motivos que a Apple aponta para o seu controle é evitar a propagação de malware. Não creio que o processo da App Store evite as pragas eletrônicas. Afinal, a Apple não recebe os fontes para examinar e já vimos casos da aprovação de aplicações serem revogadas quando determinadas funcionalidades foram descobertas após a aprovação.

É claro que no caso do Android é bem mais fácil distribuir malwares. No caso do "Android Dream", os criminosos pegaram aplicações já existentes, as empacotaram junto com os componentes maliciosos e colocaram de volta no Android Market.

O Android possui alguns níveis de defesa contra ameaças. A maioria da aplicações roda dentro de uma máquina virtual e operações perigosas exigem (em princípio) permissões expressas durante a instalação do aplicativo.

E não custa lembrar que o Android é um software aberto e baseado no Linux, o que algumas pessoas associam a invulnerabilidade. Estas pessoas vão se assustar ao saber que o Droid Dream usa uma conhecida vulnerabilidade do Linux (mais especificamente do udev) para fazer a "elevação de privilégio" que dá ao malware as permissões de super-usuário.

Esta vulnerabilidade foi inicialmente reportada em 2009 e afetava as principais distribuições de Linux (e continua afetando que não tiver atualizado o Linux ou aplicado os devidos patches). Do ponto de vista técnico a vulnerabilidade não está no kernel do Linux (ou do Android), mas sim em um componente externo. No Linux este componente é o udv, no Android o código em questão foi movido (com falha e tudo) para o init. A correção da falha, entretanto, envolve uma alteração no kernel (detalhes no link anterior).

O que nos leva a uma outra questão: a atualização do Android. Outra vantagem do iOS é que todos os equipamentos que o utilizam são do mesmo fabricante e a atualização de versão fica centralizada. Já no Android temos a conhecida fragmentação e a atualização de cada equipamento depende do respectivo fabricante (e a maioria deles não tem um histórico muito animador quanto à disponibilização de atualizações). A Microsoft está tentando evitar isto no Windows Phone 7, mas infelizmente a primeira experiência não foi totalmente positiva.

E ficamos com o conselho de "Mad-Eye" Moody: vigilância constante!

Fonte: Naked Security

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Bing "Copia" Resultados do Google: Ruminações Sobre as "Máquinas de Busca"

Uma polêmica que se espalhou ontem nas teias da internet foi a acusação da Google de que a Microsoft estaria copiando seus resultados no Bing.

Para demonstrar isto, a Google criou uma centena de falsas páginas de resultados para buscas esdrúxulas. Inicialmente as páginas de resultado do Google e Bing eram bem diferentes. Em seguida, a Google colocou um bando de gente usando o IE com o Bing Toolbar e a ferramenta Sites Sugeridos para fazer estas buscas esdrúxulas no Google. Após algum tempo, as buscas foram refeitas no Bing e os resultados para cerca de dez delas tinham ficado mais parecidos com o do Google.

A Microsoft estaria copiando os resultados do Google no Bing?

Não custa lembrar como funcionam as "Máquinas de Busca". Existem basicamente três passos:
  • Coletar informações sobre as páginas existentes na internet (web crawling)
  • Indexar as páginas pelas suas palavras chaves
  • Fazer a busca, procurando as palavras chaves fornecidas pelo usuário nos índices e selecionando e ordenando as páginas correspondentes
A parte crítica está na seleção e ordenação das páginas para montar o resultado. O resto é, em grande parte, questão de força bruta e envolve algoritmos largamente pesquisados e divulgados.

Embora os algoritmos de seleção e ordenação sejam literalmente segredos industriais, existem duas informações que claramente são utilizadas: as referências entre as páginas e os acessos feitos. Tanto Google como Microsoft coletam (com a permissão do usuário) informações sobre a navegação do usuário. Afinal, quem melhor que o usuário para escolher qual a resposta mais relevante?

O que parece ser a novidade no caso é que a Microsoft estaria registrando as atividades de busca feitas com o Google e as utilizando para melhorar os seus resultados (algo que a Microsoft não confirma nem nega). Se você concorda com a Microsoft utilizar a sua navegação para melhorar a qualidade das respostas das buscas, faz sentido reclamar disto? Faz sentido a Google reclamar deste comportamento?

Nas primeiras reações da Google ela tentou direcionar a questão para o "copiar" versus "criar". Me parece uma discussão irrelevante neste contexto. Ousaria até dizer que a iniciativa da Microsoft (se real) é criativa (ou será que a Google já fazia isto?). E em termos de cópia as duas empresas tem um histórico repleto de polêmicas.

Links:
http://www.theregister.co.uk/2011/02/01/google_accuses_microsoft_of_copying_its_search_results/
http://www.osnews.com/story/24355/Google_Accuses_Bing_of_Stealing_Its_Search_Results

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Google Entra no Mercado de eBooks

Em um lance aguardado há algum tempo, a Google anunciou no início da semana o Google eBooks e a Google eBookstore.

A Google vem digitalizando livros há bastante tempo, um empreendimento envolto em polêmica pelo fato da Google ter digitalizado livros cujos direitos autorais não estão claros (os chamados "orfãos") e estar tentando um acordo que lhe daria acesso praticamente exclusivo a estas obras (algumas notícias a respeito aqui e aqui).

O serviço de venda de livros está sendo descrito pela Google como "aberto", notadamente pelo fato da Google não estar vendendo um leitor de eBook. Os livros podem ser lidos diretamente na internet, no iPad e dispositivos Android (através de aplicativos da Google) e em alguns leitores de eBook (como os da Sony e o Nook). A grande falta na lista de dispositivos suportados é o Kindle (por enquanto?). No momento a loja está restrita aos EUA.

Curiosamente o iPad é hoje quem tem acesso às três lojas mais badaladas: Amazon, iBooks e Google eBooks. O The Register fez um teste rápido das três opções e deu vitória para a Amazon, por ter uma melhor seleção de livros e um aplicativo de leitura mais eficiente. A Apple leva a pior, com menos opções na loja e um aplicativo que não os agradou (a sua experiência pessoal pode ser diferente!).

O que não impediu Steve Jobs de alardear na metade do ano que a Apple já tinha entregue* 5 milhões de livros, sendo responsável por 22% das vendas de eBooks (ver foto aqui) das editoras participantes do iBooks (grifo meu, isto estava na fala de Jobs não na tela).

* Em todas as opções existe uma grande quantidade de textos grátis, como os encontrados no Projeto Gutenberg. Existem também amostras grátis, o que torna as estatísticas de "entregas" (downloads) menos relevantes do que podem parecer em um primeiro momento.

terça-feira, novembro 09, 2010

Agora É Definitivo: Google Groups Não Suportará Mais Arquivos

Como relatei algum tempo atrás, o acesso aos arquivos ZIP hospedados no Google Groups estão bloqueados desde junho. Cinco meses depois(!) a Google finalmente se manifesta de forma oficial, através de um e-mail:

"Como você é proprietário de ao menos um grupo dos Grupos do Google que usa mensagem de boas-vindas personalizada, páginas ou arquivos, estamos escrevendo para informar que deixaremos de oferecer suporte a esses recursos a partir de fevereiro de 2011."

Para facilitar a migração para algum outro canto, estão disponibilizando uma opção para baixar todos os arquivos do grupo em um único (já tinha percebido este recurso algumas semanas atrás).

Hora de abandonar a preguiça e achar um novo local para hospedar os arquivos e acertar todos os links no blog.

quinta-feira, junho 17, 2010

Download de Arquivos ZIP Suspenso no Google Groups

Recebi um aviso de que o link para download do livro PC Assembler (que está neste post) não está funcionando. Investigando, descobri que todos os downloads de .zip do blog estão dando erro.

Finalmente encontrei um aviso sucinto fórum de ajuda do Google Groups (aqui):

We have received reports of suspicious .zip files being sent to users
with Google Groups. For the time being, we will be disabling .zip
downloads while we investigate this issue. I will update this forum
once we have resolved this issue.

Ou seja, estão suspensos os downloads de arquivos ZIP do Google Groups. Se a situação continuar, vou ter que procurar algum outro local para hospedar os arquivos do blog.

Por enquanto, peço paciência com as mensagens de erro.

segunda-feira, maio 24, 2010

Ainda Vivo no Code Jam 2010

Bem, pelo menos estou melhor que no ano passado. A primeira rodada do Google Code Jam 2010 ocorreu neste fim de semana e consegui passar para a próxima fase.

sexta-feira, maio 14, 2010

Google Code Jam 2010: Theme Park

Theme Park (parque de diversões) foi o terceiro problema da Qualification Round do Code Jam 2010. O enunciado completo está no site oficial, mas o resumo é:
  • "N" grupos de pessoas, cada um com gi pessoas, passam o dia andando em uma montanha russa.
  • Cada viagem da montanha russa suporta um máximo de "k" pessoas.
  • A cada viagem os grupos vão entrando até que não caiba um grupo inteiro. Ao final da viagem os grupos voltam para o final da fila, mantendo a ordem.
  • Ao longo do dia são feitas "R" viagens; cada pessoa gera uma receita de 1 euro por viagem.
  • O problema é determinar a receita total.
Uma solução "força bruta", como implementar exatamente o que está escrito acima, é inadequada para o conjunto grande, onde podemos ter até 100.000.000 viagens e até 1.000 grupos.

quarta-feira, maio 12, 2010

Google Code Jam 2010: Snapper Chain

Snapper Chain ("cadeia de estaladores") foi o primeiro problema da Qualification Round do Code Jam 2010. O enunciado completo está no site oficial, mas o resumo é:
  • O "estalador" (snapper) é um interruptor que, quando alimentado, muda de estado entre ligado e desligado quando alguém estala os dedos.
  • "N" estaladores são ligados em série. O primeiro é ligado na tomada e o último a uma lâmpada.
  • O problema consiste em determinar se a lâmpada estará acesa ou apagada após "K" estalos.
A solução de simular diretamente o funcionamento é inadequada para o conjunto grande, que pode ter até 30 estaladores tratando até 100.000.000 estalos.

segunda-feira, maio 10, 2010

Google Code Jam 2010: Qualification Round

O Qualification Round do Code Jam 2010 ocorreu de sexta às 20:00 até sábado no mesmo horário. Trata-se de uma competição de programação que já mencionei várias vezes aqui no blog. Foram três problemas, cada um com dois conjuntos de teste: um pequeno (que você pode tentar várias vezes e é corrigido na hora) e um grande (que você só pode tentar uma vez e só é corrigido no final). Para passar nesta rodada bastava acertar pelo menos um conjunto pequeno e um grande.

quinta-feira, abril 08, 2010

Inscrições abertas para o Google Code Jam 2010

Se você sabe programar, quer testar sua habilidade e (quem sabe) ganhar prêmios, inscreva-se no Google CodeJam 2010: http://code.google.com/codejam.

Alguns detalhes sobre a competição você encontra aqui no meu blog.

terça-feira, março 02, 2010

Google Code Jam 2010

O calendário da competição Code Jam de 2010 já está no ar! Data importantes:

7/abril a 7/maio: inscrições
7/maio: rodada de qualificação

As regras parecem ser as mesmas do ano passado.


A cobertura do Google Code Jam no blog está aqui.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Links Comentados #4

Na edição desta semana: televisões com tela acima de 55" infringem a lei nos EUA, mais um pouco sobre o "escândalo das geleiras", Sluggy Freelance revela o lado negro de Avatar, a briga Apple x Google, ainda um monte de reações ao iPad, uma falha de segurança no Firefox e, para não perder o costume, uma no IE.

sábado, janeiro 30, 2010

Links Comentados #3

Nos links desta semana: os jogos da Activision no Good Old Games, a questão do codec H264 no Firefox (e em conjunto com o HTML 5), Bill Gates dá seus pitacos sobre a briga Google x China e, para variar, mais uma falha de segurança do IE.