domingo, janeiro 25, 2026

Crítica: Lords and Ladies (Discworld, #14)

Mais um livro da série Discworld. Este é parte da subsérie das bruxas, a participação de alguns magos da Unseen University (inclusive o sempre divertido Bibliotecário, que acidentalmente foi transformado em um orangotango).


A trama envolve o casamento da bruxa  Magrat Garlick com o rei (e ex Bobo da Corte) Verence II, que foram apresentados em um livro anterior (Wyrd Sisters). Só que agora é o "circle time", uma convergência de universos paralelos em que o Discworld está suscetível a incursões do "universo parasita" dos Elfos. E os Elfos de Discworld não são os bonzinhos do Senhor dos Aneis. São amorais e sádicos que usam "glamour" para confundir os humanos. Eles são mantidos à distância por um círculo de pedras magnéticas. É claro que vão escapar no clímax da aventura.

Pratchett preenche as páginas com as tradicionais zoeiras, temos até teorias quânticas e menção ao multiverso. Personagens inesperados tem o seu momento heroico (e vários momentos cômicos). Alguns momentos de romance, até mesmo envolvendo um mago e um bruxa. E não esqueçamos a participação do anão Casanunda, o segundo maior amante do mundo.

Veredito: Recomendado.





Nenhum comentário: